domingo, 12 de agosto de 2012

Desabafo que nunca verás...

Depois de alguns dos acontecimentos desta semana preciso de escrever, escrever mesmo que seja o nada, mesmo que seja uma única letra, mas preciso...

Não fiquei bem... Nem um pouco... Tenho me tentado levantar a cada dia que passa, mas é difícil... 

Sei que nunca vais ler estas frases, que nem fazes a mínima do estrago que fizes-te, do modo que me magoas-te, talvez nunca te dês conta do que verdadeiramente aqui se passa, tenho pena por ti, tenho pena que penses isso de mim, que me vejas assim. Mas juro que fiz o meu melhor, dei o meu melhor (quando o pude dar), mas hoje estou cansada, hoje estou confusa, hoje duvido de tudo que envolve uma relação seja ela de qual tipo for... 
Muito foi dito, coisas que nem deviam ter sido materializadas, devias ter guardado para ti, há coisas que devem ficar só para nós, ninguém precisa de saber, eu não precisava de saber, eu não QUERIA saber! Mas sei. Tenho passado os últimos dias a reflectir sobre tudo e todos, a por em causa a forma como me dou, como mostro o que aqui dentro habita aos outro, a forma como o demonstro, se é que sou capaz de o fazer... Sei lá, já não sei... Choca-me a verdade e a certeza que pairava nos teus olhos na hora que me falas-te.

Sabes estou cansada de pensar em tudo, de projectar tudo, de pensar em todo mundo, às vezes quero que se lixe o mundo, mas não pode ser...
Independentemente daquilo que foi dito e do modo que me fizes-te sentir, eu continuo e sempre gostei de ti e sempre vou gostar, digas tu o que disseres e faças tu o que fizeres, mas pára de me magoar, pára de dizer coisas que não são verdade, pára de me "obrigares" a desacreditar nas relações, deixa-me acreditar que podem ser boas e que pode existir, paixão, amor, química, amizade, tudo... Deixa-me... Eu preciso disso, estou farta de duvidar, mostra-me que é possível e começa por ti e pelas tuas. Por favor! 

Boa noite!

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