Um dia talvez....
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Apenas... Ontem passei por um, digamos que, Déjà Vu em que com uma simples música fui levada para um momento do meu passado, fui capaz de sentir (revivi) cada uma das sensações/ sentimentos que no momento sentia... Há lá coisas que prontos.
Depois disto e sem querer saber mais sobre o passado, presente ou futuro (seja lá ele qual for), Já me cansei, quero apenas...
....Deitar-me na toalha, apanhar sol e ler um livro, só isto...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Durante a tarde num momento algo só meu lembrei-me desta música, de como é tão mais fácil na língua de Sua Majestade, de certa forma vai de acordo com a conversa.
(...) "A língua inglesa fica sempre bem e nunca atraiçoa ninguém..."
I just feel empty...
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Penso demais, doeu e doí demais, choro demais, sou piegas demais, inconclusiva demais, intempestiva demais, desconfiada demais, descobri que sou paciente demais,
Deixei de rir demais...
Parece que sou demais...
Como explicar alguém o que corre em mim, quando eu própria não sei? Talvez seja do primeiro contacto, talvez à segunda vez eu já saiba traduzir em palavras, já saiba identificar cada (penso durante alguns segundos e não sei dizer para além de "coisa") que se altere que me toque, mas neste primeiro contacto apesar de prolongado, não sou capaz de traduzir com todo a exactidão e minúcia o que aqui corre em palavras. Não estou chateada, nem totalmente irritada, apesar de achar que é o que mais se assemelha e de o traduzir em palavras, estou numa espécie de desconforto diria talvez, mas não é de todo só por aquilo ou pelo outro. Provavelmente uma coisa de menina mimada (deve ser a primeira vez que paro e denoto que começo a ter, ou talvez sempre tivesse, uma ponta de menina mimada, irrita-me deveras esta minha maneira de "combater" os nervos), outros diriam que é apenas algo de alguém inseguro. Mas insegura de que?! - pergunto eu. Será possível alguém estar totalmente consciencializada de tudo e se sentir insegura perante esse mesmo "tudo"?! Se for, então talvez eu esteja/seja alguém inseguro.
Fico sempre com a sensação que no que aqui toca deixamos de falar na mesma língua...
"Não sei quantas vezes te vais matar, até eu cair...
E ninguém te vai prometer que é para sempre a paixão..."
"Os dois" - Tiago Bettencourt
sábado, 14 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
My Little Secret
Em saída para o fim-de-semana, mostro-te o lugar de sonho para o "depósito" do meu sonho...

Bom fim-de-semana...
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Mais uma vez o sono fugiu-me, a noite já vai longa e a vontade de escrever foi demasiada, olhei para ti, ainda pensei depositar-te alguns rabiscos, acabar o que ontem comecei, mas essa também me fugiu, irónico diria eu, se à pouco tempo me queixei de sentir saudades de o fazer...
Muito há para ser dito, mas valerá mesmo a pena? O que isso nos vai trazer de novo?
Não sei, mas a necessidade e a busca incessante de entender é por demais, mas a mais pura verdade é que não consigo, tento mergulhar lá bem no fundo, procurar a luz, mas a escuridão e o caos é devastador. O balanço dos estragos causados tem saldo positivo.
Verdade é que muitas são as perguntas por responder e cada vez mais são as que surgem, mas valerá o esforço de ouvir as resposta? Algumas delas são...
Quantas mais vão ser as palavras ditas, as lágrimas vertidas, as noites perdidas?! Talvez nenhuma será a resposta da maioria, pena eu não estar nessa fracção. Muitas mais há para serem feitas, no entanto a penas quero a resposta a uma, dessa não abdico.
Acredito que um dia até foi sincero, um dia houve luta, talvez tenha faltado o essencial, talvez não, faltou mesmo, a compreensão, muitas foram as palavras, diria mesmo que houve palavras a mais, no entanto faltaram as essenciais, continuo a achar... O cansaço, a desmotivação é justo, não há que censurar e não é isso que censuro, é o que em mim corre e o mal que é feito a cada momento. Começo a ter medos... (começo a ficar realmente farta de um dia...).
Sabes quando te levam os sonhos, quando te roubam aquilo que tu mais gostas? Lembras-te qual é o sentimento que isso causa em ti? És capaz de te lembrar? Pronto, é mais ou menos assim... Não, não penso que seja o fim do mundo, estaria louca se assim fosse, apenas como diz o Rui Veloso "é uma dor que não mata, mas que moí é uma dor pequenina quase como se não fosse... De onde vem essa dor se a causa não se vê" e a dada altura "(...) não há nada que a arrume dentro do coração..." por isso onde está a cura para esta dor, alguém sabe? há que dar tempo ao dito tempo (estou farta de ouvir esta frase).
Um dia conto-te ou escrevo-te uma história.
Incrível é como sinto saudades do lugar em que me encontro, lugar onde um dia disse que queria o meu primeiro beijo, balancei, um dia assinei o eu, fiz um jogo, pensei a dois e pedi que alguém cuidasse de mim, aprendi a dizer que não, quando deixas-te o silence atrás de ti, no entanto continuo a pedir - "Anda comigo ver os aviões", neste mundo de mudos, à primeira vista poderei ser chamada de louca, mas continuo a ter todo o tempo do mundo, simplesmente quero nascer de novo, enquanto flutuo neste mundo em que tudo anda um contra o outro. Sim, podia fazer a tal queixa ao Pai Natal enquanto ficava em cada lugar teu, nesta tua pequena dor, mas somos apenas ordidary people, e ouvimos a tal música para humanos, no fim resta dizer acabou ...
Sabes o que me deixa triste? É que até os meus maiores gostos tiveram que ser manchados, a maneira como menusprezas o que te chega, às vezes pergunto-me se te continuo a conhecer?! Apercebo-me que te trato como humano... Não vale a pena falar mais, deixo-te com uma música de que mais gosto de um dos meus maiores "gostos".
(Os azeitonas - o nome da canção, também é uma bela canção).
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